quinta-feira, 12 de maio de 2011

E eu achava que nao tinha tempo antes?

Oi gente! Meu tempo tá ainda mais escasso do que antes de eu entrar na faculdade, to arrancando os cabelos de estresse (os que sobraram, porque meu organismo já fez muitos fios cairem T_T) mas to levando quase numa boa! \o/
Eu to preparando uns posts mais legais, mas enquanto eu não consigo terminá-los vou deixar um vídeo do último show que eu participei ^^



Espero que gostem e espero voltar a respirar em breve!

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Ele desenha, ela escreve


"Ele desenha, ela escreve...
E é por isso que a vida é risonha quando se falam.
Cada palavra soa para ele como um painel de traços finos e cores vivas, enquanto para ela, cada traço é um novo parágrafo de uma história boa de contar. A cada nova frase ele risca mais um detalhe do grande retrato que vem sendo pintado, cuidadosamente, nas cores que ela imagina. A cada pincelada ela escreve mais um pequeno conto, transformando tinta em romances, princesas, amores e jardins secretos.

Ele descreve facetas escusas, sombras e reflexos que ninguém percebe. Ela enxerga seres abissais em florestas encantadas, e uma batalha de titãs pelo tesouro escondido do templo.
Ele escolhe as fontes, ela a concordância. Ele cria tons, ela hipérboles. Ele padrões, ela sintaxe. E assim misturam imagem e sonhos. Figuras e lendas. Cores e contos.

Com frases certeiras ela camufla as entrelinhas que escapam de um desejo ou outro, e ao percecebê-las, ele as escancara em cores fortes fosforecentes.
Com o traço preciso ele camufla o vermelho que escapa de um desejo ou outro, e, ao recebê-lo, ela os expõe em pensamentos que escorrem pelos dedos tocando o papel.
Para ele, tudo não passa de um simples desenho.
Para ela, frases com eternas reticências..."

---------------------------------------------------------Autor Desconhecido

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Uma etapa acaba e outra inicia



Não sei se o colégio é exatamente como eu lembro
Ou se os professores eram tão bons ou tão maus quanto ficaram na minha memória
O que eu sei é que o mais importante que eu aprendi naqueles dias foi o valor da amizade
Os amigos sempre presentes para o bem ou para o mal
Nas boas ou nas piores
São eles a lembrança mais nítida, então
E o amor, o primeiro amor
O amor, os amigos, não importa onde estejam, sempre os levarei comigo
E sei que estou com vocês porque no que somos hoje, está presente o que fomos
A vocês, meus amigos da alma, digo obrigada por seu amor
Porque fizeram que aquela época de caminhar pelo mundo de coração aberto
Fosse um lugar melhor para esperar a vida

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Ainda não passou tempo o suficiente para que eu sinta saudade do colégio, mas sim para eu perceber o quanto eu cresci lá dentro. Posso não ter aprendido tudo que precisava em questão de matéria, mas aprendi muitas coisas sobre a vida, que é o que realmente importa.
Sou uma daquelas que aprende sofrendo, não me importa se outros ja erraram fazendo aquilo, só vou entender se eu errar. O colégio é a época de primeiras vezes, da primeira menstruação, do primeiro beijo, da primeira verdadeira decepção, das desilusões, de muitas primeiras amizades concretas. Lá não aprendi só coisas como Matemática, Química e Português (quando aprendi, claro), mas também a me levantar quando caía, a juntar os pedaços do coração quebrado e a seguir em frente.
Nessa época, principalmente no ensino médio, passei por coisas que achava que nunca iria superar, dores que pareciam não cessar. O mais importante que aprendi é que, mesmo achando que o sofrimento é eterno, ele vai passar um dia, e que eu realmente vou poder rir disso mais tarde e me arrepender de amaldiçoar as pessoas que me lembraram disso durante o desespero.
No colégio amigos vão e outros chegam, o que fica são aqueles momentos inesquecíveis que passei com cada um deles. Não posso também esquecer dos professores que marcaram para sempre a minha vida, com conselhos e muito apoio nas épocas mais pesadas, das piadas internas, dos acontecimentos únicos de cada ano.
Agora, depois de tanto aprender sobre a vida, mais portas se abrem à minha frente e entro apreensiva no mundo da faculdade, aonde tudo é tão novo quanto aquele primeiro dia na pré-escola. Posso estar com um pouco de medo e um tanto de insegurança mas, dessa vez, carrego comigo a bagagem de aprendizado e de força que reuni em uma época cheia de lembranças

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Cada um com suas prioridades!

Enquanto isso, na delegacia:

Mulher: Meu marido sumiu!!!

Policial: Qual é a altura dele?

Mulher: Eu nunca perguntei qual era a altura dele…

Policial: Ele é magro, é saudável?

Mulher: Não é muito magro... acho que é saudável...

Policial: Qual a cor dos olhos dele?

Mulher: Marron claro ou meio verde... Eu nunca prestei muita atenção…

Policial: E a cor dos cabelos?

Mulher: A cor dos cabelos dele muda de acordo com o sol que ele pega…

Policial: O que ele estava usando?

Mulher: Terno, ou talvez uma coisa mais casual, eu não vi quando ele saiu…

Policial: Havia alguém com ele?

Mulher: Sim, meu cachorro!... Um Labrador chamado Calvin, amarrado numa coleira dourada, altura 80 cm , saudável, lindos olhos azuis, pelo marrom quase preto, a unha do seu dedão esquerdo estava um pouquinho lascada, ele nunca late, estava usando também uma linda roupinha dourada com bolinhas azuis, ele não gosta de comida vegetariana, a gente come junto, a gente corre junto, muitas vezes ficamos só alí, lado a lado, fazendo companhia um para o outro…

E a mulher começou a chorar…

Policial: OK.Vamos procurar pelo cachorro primeiro!!!

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E aí gente?! MUUUITO tempo sem postar, mas valeu a pena! Consegui passar na faculdade que eu queria! Agora, de férias, posso dar uma atualizada melhor no blog. Estou para escrever um texto, mas minha criatividade continua fugindo de mim

Como estão vocês?

Beijos, Naty

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

REALMENTE muito tempo sem postar! Final do terceiro ano, fazendo cursinho, um monte de provas e com tudo pra me estressar. Agora me baixou o santo e eu resolvi escrever. E escrever sobre um monte de coisas que mais me abalam nesse fim de ano.
Eu sei, um post meio depresivo, revoltado e sentimental, mas até o fim do ano é isso ou nada, entao nao quero deixar aqui sem atualização por mais tempo. Bem vindos à minha rotina.

Estava lendo a revista Capricho e encontrei uma matéria sobre o final do terceiro ano, com características que, segundo a revista, sempre acontece quando chegamos ao final dessa jornada. União da turma, várias brincadeiras, tudo que deixaria muita saudade no coração, não na minha classe.
Eu gostava muito da minha turma, talvez não fôssemos tão unidos, existissem algumas inimizades, mas a gente só percebe que uma coisa é boa quando ela acaba, não é verdade? No início do ano, meu colégio separou um dos terceiros e o distribuiu pelos outros três. A idéia foi de agrado de muito poucos e houve uma rebelião de estudantes exigindo sua turma de volta. Sempre fomos muito receptivos, então tentamos acolher o grupo novo da sala que, em sua maioria, se isolou em uma ponta e fez as aulas se tornarem completamente insuportáveis. Com conversas e gritos até mesmo durante as provas, o rendimento da minha turma, antes muito mais silenciosa, caiu consideravelmente, fomos todos fortemente prejudicados e tivemos nossas iniciativas de entrosamento rejeitadas. Todos os dias traziam desentendimentos, confusões e cada vez mais divisão da turma. Não considero mais a turma minha, meu único objetivo é terminar o colégio pra não ter que aturar mais o inferno que se tornou meu último ano. É triste pensar que vou sair de um lugar depois de sete anos e não vou ter tido significado para tantos que foram especiais pra mim. Muitos deles eu não criei intimidade mas, por algum motivo, me faziam esquecer por alguns instantes das minhas frustações. Meus amigos verdadeiros provavelmente irei levar por, pelo menos, mais alguns anos, estranho pensar que relações geralmente superficiais causam saudade. Mas o que mais me machuca é que, tirando minúsculos casos, eu não tenho do que sentir falta e vou sair odiando o lugar que eu passei tanto tempo da minha vida.

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sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Momentos Breves e Felizes

Foi no aeroporto nosso primeiro encontro físico
Estranho pensar que era a primeira vez e parecia tão comum
Como se todo dia nos encontrássemos depois de tanto tempo sem ver
As semanas que se passaram não poderiam ser imaginadas nem em sonho
De repente tudo parecia certo, não havia nenhum obstáculo
Os planos viraram certezas e as dúvidas simplesmente sumiram
Cada dia era único, e até mesmo não fazer nada era perfeito
Mas o tempo é curto, e logo chega a hora da despedida
Então tudo volta como antes
Aquele medo de que não dê certo
A dor da distância
E a esperança de estar mais uma vez por perto
Aquelas palavras voltam a me cortar
E minha vontade é fazer de tudo para silenciá-las
Tenho o desejo de gritar, jogar tudo pelos ares
Mas minha impotência me atinge e não tenho forças nem para derramar lágrimas
A única coisa que me restou foi a voz
Cantando minhas emoções com melodias tristes e com canções com fé
Pedindo aos céus que me ouçam e realizem o mais profundo desejo
O mais simples pedido
Que me devolva o meu amor que foi tão rápido perdido

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Olhaaa! Ha tempos eu não posto algo escrito por mim... Essa poesia eu escrevi no início da semana...
Espero que gostem!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Porque as pessoas gritam quando estão nervosas

Um dia, um pensador indiano fez a seguinte pergunta a seus discípulos:
 
- Por que as pessoas gritam quando estão aborrecidas ?

- Gritamos porque perdemos a calma - Disse um deles.
 
- Mas, por que gritar quando a outra pessoa está ao seu lado? - Questionou novamente o pensador.
 
- Bem, gritamos porque desejamos que a outra pessoa nos ouça - Retrucou outro discípulo.
 
E o mestre volta a perguntar:
 
- “Então não é possível falar-lhe em voz baixa ?”
 
Várias outras respostas surgiram, mas nenhuma convenceu o pensador. Então ele esclareceu:
 
- “Vocês sabem por que se grita com uma pessoa quando se está aborrecido ? O fato é que, quando duas pessoas estão aborrecidas, seus corações se afastam muito. Para cobrir esta distância precisam gritar para poderem escutar-se mutuamente. Quanto mais aborrecidas estiverem, mais forte terão que gritar para ouvir um ao outro, através da grande distância. Por outro lado, o que sucede quando duas pessoas estão enamoradas ? Elas não gritam. Falam suavemente. E por quê ? Porque seus corações estão muito perto. A distância entre elas é pequena. Às vezes estão tão próximos seus corações, que nem falam, somente sussurram. E quando o amor é mais intenso, não necessitam sequer sussurrar, apenas se olham, e basta. Seus corações se entendem. É isso que acontece quando duas pessoas que se amam estão próximas ...”
 
Por fim, o pensador conclui, dizendo:
 
- “Quando vocês discutirem, não deixem que seus corações se afastem, não digam palavras que os distanciem mais, pois chegará um dia em que a distância será tanta que não mais encontrarão o caminho de volta ...”

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Eu seei, me desculpem, muito tempo sem postar! Mas a coisa no colégio tá tensa e também nas férias o Yago veio pra cá (L)
To tentando recuperar o tempo perdido gente. Falando em perdido, achei esse texto enterrado nos meus arquivos antigos, nao conheço o autor...

Espero que gosteeem o/