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terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Uma etapa acaba e outra inicia



Não sei se o colégio é exatamente como eu lembro
Ou se os professores eram tão bons ou tão maus quanto ficaram na minha memória
O que eu sei é que o mais importante que eu aprendi naqueles dias foi o valor da amizade
Os amigos sempre presentes para o bem ou para o mal
Nas boas ou nas piores
São eles a lembrança mais nítida, então
E o amor, o primeiro amor
O amor, os amigos, não importa onde estejam, sempre os levarei comigo
E sei que estou com vocês porque no que somos hoje, está presente o que fomos
A vocês, meus amigos da alma, digo obrigada por seu amor
Porque fizeram que aquela época de caminhar pelo mundo de coração aberto
Fosse um lugar melhor para esperar a vida

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Ainda não passou tempo o suficiente para que eu sinta saudade do colégio, mas sim para eu perceber o quanto eu cresci lá dentro. Posso não ter aprendido tudo que precisava em questão de matéria, mas aprendi muitas coisas sobre a vida, que é o que realmente importa.
Sou uma daquelas que aprende sofrendo, não me importa se outros ja erraram fazendo aquilo, só vou entender se eu errar. O colégio é a época de primeiras vezes, da primeira menstruação, do primeiro beijo, da primeira verdadeira decepção, das desilusões, de muitas primeiras amizades concretas. Lá não aprendi só coisas como Matemática, Química e Português (quando aprendi, claro), mas também a me levantar quando caía, a juntar os pedaços do coração quebrado e a seguir em frente.
Nessa época, principalmente no ensino médio, passei por coisas que achava que nunca iria superar, dores que pareciam não cessar. O mais importante que aprendi é que, mesmo achando que o sofrimento é eterno, ele vai passar um dia, e que eu realmente vou poder rir disso mais tarde e me arrepender de amaldiçoar as pessoas que me lembraram disso durante o desespero.
No colégio amigos vão e outros chegam, o que fica são aqueles momentos inesquecíveis que passei com cada um deles. Não posso também esquecer dos professores que marcaram para sempre a minha vida, com conselhos e muito apoio nas épocas mais pesadas, das piadas internas, dos acontecimentos únicos de cada ano.
Agora, depois de tanto aprender sobre a vida, mais portas se abrem à minha frente e entro apreensiva no mundo da faculdade, aonde tudo é tão novo quanto aquele primeiro dia na pré-escola. Posso estar com um pouco de medo e um tanto de insegurança mas, dessa vez, carrego comigo a bagagem de aprendizado e de força que reuni em uma época cheia de lembranças

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

REALMENTE muito tempo sem postar! Final do terceiro ano, fazendo cursinho, um monte de provas e com tudo pra me estressar. Agora me baixou o santo e eu resolvi escrever. E escrever sobre um monte de coisas que mais me abalam nesse fim de ano.
Eu sei, um post meio depresivo, revoltado e sentimental, mas até o fim do ano é isso ou nada, entao nao quero deixar aqui sem atualização por mais tempo. Bem vindos à minha rotina.

Estava lendo a revista Capricho e encontrei uma matéria sobre o final do terceiro ano, com características que, segundo a revista, sempre acontece quando chegamos ao final dessa jornada. União da turma, várias brincadeiras, tudo que deixaria muita saudade no coração, não na minha classe.
Eu gostava muito da minha turma, talvez não fôssemos tão unidos, existissem algumas inimizades, mas a gente só percebe que uma coisa é boa quando ela acaba, não é verdade? No início do ano, meu colégio separou um dos terceiros e o distribuiu pelos outros três. A idéia foi de agrado de muito poucos e houve uma rebelião de estudantes exigindo sua turma de volta. Sempre fomos muito receptivos, então tentamos acolher o grupo novo da sala que, em sua maioria, se isolou em uma ponta e fez as aulas se tornarem completamente insuportáveis. Com conversas e gritos até mesmo durante as provas, o rendimento da minha turma, antes muito mais silenciosa, caiu consideravelmente, fomos todos fortemente prejudicados e tivemos nossas iniciativas de entrosamento rejeitadas. Todos os dias traziam desentendimentos, confusões e cada vez mais divisão da turma. Não considero mais a turma minha, meu único objetivo é terminar o colégio pra não ter que aturar mais o inferno que se tornou meu último ano. É triste pensar que vou sair de um lugar depois de sete anos e não vou ter tido significado para tantos que foram especiais pra mim. Muitos deles eu não criei intimidade mas, por algum motivo, me faziam esquecer por alguns instantes das minhas frustações. Meus amigos verdadeiros provavelmente irei levar por, pelo menos, mais alguns anos, estranho pensar que relações geralmente superficiais causam saudade. Mas o que mais me machuca é que, tirando minúsculos casos, eu não tenho do que sentir falta e vou sair odiando o lugar que eu passei tanto tempo da minha vida.

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segunda-feira, 21 de junho de 2010

Clássicos Infantis e suas lições de vida

Durante a vida temos muito contato com filmes e com o cinema mas, para mim, os filmes que ficam mais marcados na nossa memória são os que vimos na nossa infância. Os filmes infantis mostram, de um jeito nem sempre sutil, a maldade que existe em nossa sociedade. Até os clássicos da Disney mostram inveja, orgulho, corrupção que podem chegar a provocar assassinato nos mais clássicos filmes infantis. Ao mesmo tempo, os desenhos e as histórias nos dão grandes exemplos por meio dos personagens bonzinhos e passam a impressão que o bem sempre vence. O filme que mais marcou a minha vida foi “Napoleon – o cachorrinho aventureiro”, e agora é possível perceber porque o assisti tantas vezes.
A história é vivida por Napoleon, um filhote de Golden Retriever que vive com sua mãe em uma casa na cidade grande e sonha em ser um cão selvagem, mesmo morrendo de medo de água. A vida do personagem muda drasticamente quando entra em uma cesta cheia de balões com gás hélio e voa até uma floresta, aonde ele deve aprender a se cuidar apenas com a ajuda do seu novo e bom amigo Piupiu, uma calopsita que havia se perdido do bando. Vemos durante todo o filme a dificuldade do jovem ao sair da casa da mãe para viver sozinho quando Napoleon tenta aprender a caçar e acaba tendo que comer musgo, quando precisa se abrigar dos perigos da mata e precisa fugir de um gato obsessivo, que enlouqueceu e vê todos os animais como ratos e tenta matá-los.
O cachorrinho passa por vários animais que mostram várias faces da sociedade. Um coala que não enxerga mais de um metro à sua frente mostra a falta de visão de futuro, um lagarto que imitava o som de outros animais mostra a vontade de ser diferente dos seres da mesma espécie e a futilidade foi claramente demonstrada nas caturritas que ficavam o dia inteiro repetindo o que os outros diziam e fazendo simplesmente barulho sem nenhum raciocínio lógico. Temos também uma cobra tentando avisar do perigo que não recebe créditos justamente por ser dessa espécie, então podemos ver também o preconceito da sociedade.
O mais marcante do filme é a coragem e a garra que o filhote tem durante toda a história, em que fica com a visão focada em achar os cães selvagens e aprender tudo com eles. Mesmo todos os com todos os animais dizendo que ele não iria conseguir, Napoleon passa por rios, sobrevive nas tempestades de verão do deserto, salva filhotes até achar seus heróis e ver que aquela não é uma vida boa para ele. Então o Golden é levado por uma tartaruga grande de volta para a cidade para encontrar-se com sua mãe.
Aprendi com esse filme e com muitos outros a seguir meus sonhos desde pequena, e sempre quando me vejo em dificuldade penso na força dos meus heróis da infância. Porque foi nessa época em que eu mais aprendi sobre ser uma boa pessoa.

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Minha tentativa de dissertação... espero que gostem =D

Agora a minha pergunta: qual o filme que marcou a sua infância e porque?

domingo, 30 de maio de 2010

Trecho de Fabrício Carpinejar

Estava revirando o jornal Zero Hora hoje e encontrei um texto muito interessante do escritor Fabrício Carpinejar. Todo o texto mostra a curiosa perspectiva do autor sobre relacionamentos, mas o que realmente me chamou a atenção foi a parte em que ele fala sobre o ciúme da mulher.
Sou uma ciumenta nata e adimito. Não só com meu namorado, mas um pouco com amigos e minha cadelinha, Sunny xD (triste, eu sei). Eu achei muito boa a visão do autor sobre o ciúme feminino e resolvi colocar aqui!:

"(...)Pior do que ciúme é a falta de ciúme. A indiferença é uma doença muito mais grave. Alguém que não está aí para o que faz ou não faz, para onde vai e quando volta. De solidão, chega a do ventre que durou nove meses.

Tão cansativa essa mania de ser impessoal no relacionamento, de ser controlado, de procurar terapia para conter a loucura. Loucura é não poder exercer a loucura.

Permita que sua companhia seja temperamental, intensa, passional. As consequências são generosas. Ela suplicará o esquecimento com mimos, sexo e delicadeza. O perdão é sempre mais veemente do que o rancor.

Repare que no início do namoro todos são descolados, independentes, autônomos. Aceitam ménage à trois, swing e Chatroulette. Não caia, é disfarce, medo puro de desagradar.

Se minha namorada arde de desconfiança, agradeço. Surgirá a certeza de que se importa comigo.

A vontade é abraçá-la com orgulho e reconhecimento, como um aniversário secreto. Às vezes ela cumpre seu ciúme, às vezes ela satisfaz um capricho e atende minha expectativa de ciúme. O importante é que não falha.

Com uma mulher ciumenta ao lado nunca estaremos isolados, nunca estaremos tristes, nunca estaremos feios. Deixo que ela mexa em meu Orkut, deixo que ela leia meus e-mails e chamadas no celular, deixo que ela cheire as minhas camisas, deixo que ela veja meus canhotos e confira os cartões de crédito (com sua revisão, nem dependo de contador, é improvável um engano nas faturas).

Facilitarei o acesso às máquinas, devidamente abertas e ligadas em cima da mesa, e tomarei banho para não incomodar. No jantar, esclarecerei qualquer dúvida.

Perigoso é não responder e deixar a namorada imaginar. Entre a realidade e sua fantasia, mil vezes contar o desnecessário. Estarei em lucro. Não faço nem metade do que ela pressentiu."

Então é isso, espero que gostem!
Se quiserem o texto inteiro, podem conseguir no blog do autor aqui
Beijinhos e até a próxima!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Definindo o Indefinível


Estava mexendo no meu Formspring.me e já estou ficando cansada de tantas perguntas iguais e inconvenientes sobre o mesmo assunto, até parece que esse povinho só consegue pensar na mesma coisa! Acontece que alguns conhecidos estão continuamente me perguntando sobre meu relacionamento virtual, de porque eu cismo em continuar algo fictício e coisas assim. A maior parte é gente boba que não conhece verdadeiros sentimentos e teima em tentar me fazer desistir. Essas pessoas acham que têm um namoro verdadeiro apenas porque podem tocar no parceiro, então porque as vejo brigando, se distanciando e sofrendo? Porque o namoro e o amor não são só isso.
O amor não necessita de grande contato físico, ele é alimentado pelo companheirismo, pela compreensão mútua. Namoro verdadeiro é aquele que conta com apoio incondicional das duas partes em todas as horas, é aquele com carinho sem limites. Um relacionamento precisa de confiança e lealdade. Cada um precisa ter o seu espaço, mas ter também a consciência de não utilizar mal esse tempo para não causar intrigas nem dúvidas. O amor não nos deixa tirar da cabeça a pessa amada. Ele nos instiga, iluminando nosso coração ao recebermos uma mensagem, uma carta ou até um bilhetinho amoroso e inesperado. É muito confundido com a paixão e o desejo. Acontece quando a felicidade do outro começa a importar mais que a sua própria, você tem vontade de virar o mundo de cabeça para baixo só para receber aquele sorriso, de se fazer de bobo só para ouvir aquela risada gostosa. É um sentimento puro, profundo, simples e indefinível.
O amor é, como já ouvi dizerem, "o emblema da eternidade. Com o amor desaparece qualquer idéia de tempo e espaço, se esfumaça a memória de um princípio e todo o temor de um final". Agora me respondam, por favor. Tem alguma coisa mais pura do que esperar mais de um ano, no meu caso, sem traições nem términos até ficar perto da pessoa amada? Tem gente que realmente acha que isso que eu sinto não é amor, que eu não tenho um namoro de verdade? Pois eu digo, minha história já durou mais do que a de muitos que tinham alguém por perto e não tem nem indícios de terminar. Afinal, quando meu coração bate assim, deve ser amor.

por Natsume Yuu espero que gostem

segunda-feira, 22 de março de 2010

Mais um da Martha Medeiros *-*

Depois de um bom tempo dizendo que eu era a mulher da vida dele, um belo dia eu recebo um e-mail dizendo: "olha, não dá mais". Tá certo que a gente tava quase se matando e que o namoro já tinha acabado mesmo, mas não se termina nenhuma história de amor (e eu ainda o amavamuito) com um e-mail, não é mesmo? Liguei pra tentar conversar e terminar tudo decentemente e ele respondeu:"mas agora eu to comendo um lanche com amigos". Enfim, fiquei pra morrer algumas semanas até que decidi que precisava ser uma mulher melhor para ele. Quem sabe eu ficando mais bonita, mais equilibrada ou mais inteligente, ele não volta pra mim?Foi assim que me matriculei simultaneamente numa academia de ginástica, num centro budista e em um curso de cinema. Nos meses que se seguiram eu me tornei um dos seres mais malhados, calmos, espiritualizados e cinéfilos do planeta. E sabe o que aconteceu? Nada, absolutamente nada, ele continuou não lembrando que eu existia. Aí achei que isso não podia ficar assim, de jeito nenhum, eu precisava ser ainda melhor pra ele, sim, ele tinha que voltar pra mim de qualquer jeito.

Decidi ser uma mulher mais feliz, afinal, quando você é feliz com você mesma, você não põe toda a sua felicidade no outro e tudo fica mais leve. Pra isso, larguei de vez a propaganda, que eu não suportava mais, e resolvi me empenhar na carreira de escritora, participei de vários livros, terminei meu próprio livro, ganhei novas colunas em revistas,quintupliquei o número de leitores do meu site e nada aconteceu. Mas eu sou taurina com ascendente em áries, lua em gêmeos e filha única! Eu não desisto fácil assim de um amor, e então resolvi que eu tinha que ser uma super ultra mulher para ele, só assim ele voltaria pra mim.Foi então que passei 35 dias na Europa, exclusivamente em minha companhia, conhecendo lugares geniais, controlando meu pânico em estar sozinha e longe de casa, me tornando mais culta e vivida.Voltei de viagem e tchân, tchân, tchân, tchân: nem sinal de vida. Comecei um documentário com um grande amigo, aprendi a fazer strip,cortei meu cabelo 145 vezes, aumentei a terapia, li mais uns 30 livros, ajudei os pobres, rezei pra Santo Antonio umas 1.000 vezes, torrei no sol, fiz milhares de cursos de roteiro, astrologia e história, aprendi a nadar, me apaixonei por praia, comprei todas as roupas mais lindas de Paris. Como última cartada para ser a melhor mulher do planeta, eu resolvi ir morar sozinha. Aluguei um apartamento charmoso, decorei tudo brilhantemente, chamei amigos para a inauguração, servi bom vinho e comidinhas feitas, claro, por mim, que também finalmente aprendi a cozinhar. Resultado disso tudo: silêncio absoluto. O tempo passou, eu continuei acordando e indo dormir todos os dias querendo ser mais feliz para ele, mais bonita para ele, mais mulher para ele. Até que algo sensacional aconteceu. Um belo dia eu acordei tão bonita, tão feliz, tão realizada, tão mulher, que eu acabei me tornando mulher demais para ele. Ele quem mesmo???

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Gente, terceiro ano não é fácil (quem já passou por isso sabe) então postar é difícil...
Principalmente porque quase ninguém comenta... dai dá um desânimo né, pessoal?
Então é isso, mais um texto da expert Medeiros aqui (pelo menos onde eu peguei dizia que era dela)
Fiquem bem, amores (L)
Beijoooos

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Você É - Texto de Martha Medeiros

Você é os brinquedos que brincou, as gírias que usava, você é os nervos a flor da pele no vestibular, os segredos que guardou, você é sua praia preferida, Garopaba, Maresias, Ipanema, você é o renascido depois do acidente que escapou, aquele amor atordoado que viveu, a conversa séria que teve um dia com seu pai, você é o que você lembra.

Você é a saudade que sente da sua mãe, o sonho desfeito quase no altar, a infância que você recorda, a dor de não ter dado certo, de não ter falado na hora, você é aquilo que foi amputado no passado, a emoção de um trecho de livro, a cena de rua que lhe arrancou lágrimas, você é o que você chora.

Você é o abraço inesperado, a força dada para o amigo que precisa, você é o pelo do braço que eriça, a sensibilidade que grita, o carinho que permuta, você é as palavras ditas para ajudar, os gritos destrancados da garganta, os pedaços que junta, você é o orgasmo, a gargalhada, o beijo, você é o que você desnuda.

Você é a raiva de não ter alcançado, a impotência de não conseguir mudar, você é o desprezo pelo o que os outros mentem, o desapontamento com o governo, o ódio que tudo isso dá, você é aquele que rema, que cansado não desiste, você é a indignação com o lixo jogado do carro, a ardência da revolta, você é o que você queima.

Você é aquilo que reinvidica, o que consegue gerar através da sua verdade e da sua luta, você é os direitos que tem, os deveres que se obriga, você é a estrada por onde corre atrás, serpenteia, atalha, busca, você é o que você pleiteia.

Você não é só o que come e o que veste. Você é o que você requer, recruta, rabisca, traga, goza e lê. Você é o que ninguém vê.
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Olá! Como disse na ultima postagem... minha criatividade anda abaixo de zero, então estou procurando textos legais pra mostrar pra vocêês!
Estou preparando um post completamente diferente dos outros que já existem no blog... um blog falando puramente sobre meu vício em esmaltes xD (só que ainda faltam várias fotos)
Ando procurando tempo pra fazer tudo o que eu tenho que fazer, mas aqui na praia é difícil... ando com uma saudade de escrever poesias, mas nao vem nadinha na minha cabeçaaa

Mas sobre o texto... acho que mostra que nós somos um dos indefiníveis dessa vida, parte da natureza e impossível de se copiar...
Uma coisa que eu penso bastante: será que as cores que a gente enxerga são iguais às que os outros enxergam ou são diferentes e as conhecemos com o mesmo nome? Eu não posso saber se o azul que eu vejo é igual ao azul que o leitor vê... enfim xD

Espero que gostem do texto! E seria legal se vocês me perguntassem qualquer coisas que quisessem em http://formspring.me/natsumeyuu

Beijooooos

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Crônica do Amor!

Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

o amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar. .

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso 'são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento ,que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você 'abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-Io.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível. .

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de familia, tá assim, ó.

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem Precisa. '

Autor: Desconhecido

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Ola, pessoaaal ^^
Desculpe, sei que sumi a quase 2 meses >.<>
Nao sei mais escrever! Tenho que buscar ela pela casa, mas nesse khaos só os céus sabem se vou encontrá-la de novo T0T

Bem... esse texto uma amiga me enviou há um tempão... espero que gostem!!!!

Beijoooos

sábado, 14 de novembro de 2009

Casamentos, Barcos e Coisas Afim

"Casamentos são como barcos, ficam em cima d'água enquanto ninguém faz nada de errado" (by Natsume)


Todo o mundo humano se preocupa com a aparência, fato. Homens e mulheres passam horas e horas na academia, fazendo musculação e aeróbica para ter o famoso e semi-inalcançável "corpo ideal". A vaidade não para por aí: já famosa entre as mulheres, a cirurgia plástica está conquistando cada vez mais homens. O número de lipoaspirações em pessoas do sexo masculino tem aumentado consideravelmente nos ultimos anos, os mesmos homens que fazem a sobrancelha, passam base nas unhas e podem passar horas na frente do espelho arrumando o cabelo e fazendo pose. Uma coisa que adimiro muito neles, pois a sociedade está igualando homens e mulheres cada vez mais e eles provam que podem cuidar mais da aparência sem deixar de lado sua masculinidade.

Homens e mulheres se produzindo não só para si mesmos, mas principalmente para a vida conjugal. Todos se preparando para o par perfeito e para iniciar a linda viagem de barco no mar do casamento.
Na época da cerimônia é ainda mais acentuada a preocupação. Incluindo dieta de líquidos, ficar sem comer por um mês, passar sete vezes por semana na academia, duas horas por dia no salão de beleza tratanto cabelo e pele e mais as reuniões com a organizadora e a psicóloca (essencial para uma rotina tão louca de noivos)

A festa de casamento é maravilhosa, a lua de mel é mais do que um sonho e tudo que os pombinhos vêem são rosas. Eles serão o próximo casal a entrar em seu lindo e simples barquinho e navegar pela eternidade do amor.

A viagem começa em um mar calmo, quase sem ondas e com lindos peixes. O tempo continua passando e os pombinhos começam a esquecer aquela amiga deles do passado: a vaidade.
Passam anos, talvez uma década e banhas vão aparecendo, peles vão secando, peitos vão caindo e, em resumo, o barco vai furando. Eles olham para as fotos do casamento e até chegam a pensar "nossa, como éramos bonitos naquela época!", mas muitos deles não fazem lá muita força para voltar para aquela aparência. Os pais falando para os filhos "nossa, seu(a) pai (mãe) era tão lindo(a)! Vem ver as fotos para ver como era diferente!" enquanto o outro está jogado no sofá tomando uma cerveja enquanto vê televisão.

Nessa época a atração diminui, a magia acaba. Vemos o príncipe encantado virar um sapo e a princesa virar uma bruxa até que chegamos ao divórcio. A preguiça e a falta de vaidade chegaram ao extremo e o barco afunda.

Talvez, se os cônjuges se preocupassem mais com a aparência depois do casamento, não relaxassem da academia depois que já haviam alguém para a vida, as coisas seriam melhor. Nesse ponto os humanos são iguais às garças japonesas: na época de acasalamento os machos fazem uma dança belíssima na neve para conseguir a parceira, mas depois nunca mais a repetem.

PS. Isso é uma opinião da autora do texto e do blog. Também não estou generalizando, sei que muitos (ou talvez a maioria) dos casamentos não acabam por esse motivo e sim por situações muito mais pessoais.

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Genteee, passei muito tempo sem postar porque o colégio está engulindo meu tempo inteiro!
Eu estava pra fazer esse texto à algum tempo, espero que gostem!

Muitos beijos, Natsume (L)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Devaniando

Muitas vezes deixamos de dizer coisas, talvez as coisas que mais gostaríamos de explicar, não sei se por medo de não sermos compreendidos ou por acharmos que não faria diferença expressar nossa opinião.
Quantas vezes deixamos de dizer “Por favor, não vá! Pois realmente sentirei a sua falta” e quantas vezes não admitimos que amamos alguem por medo de nos machucar? Sabemos que fazer e errar é muitas vezes melhor do que não fazer por medo de se arrepender depois. Mas ainda deixamos de dizer as coisas e, por coisas tão simples, lá estamos nós sozinhos de novo.
Simples palavras complexas, o que fazer com elas? Dizê-las ou não pode fazer toda a diferença. Quantas vezes precisamos nos machucar para aprendermos a dizer o que pensamos? O mundo é transformado por pequenos atos mas parece que os humanos, reles mortais, nunca aprenderão isso.

sábado, 1 de agosto de 2009

Que coisa linda é uma partida de futebol


Hoje estava pensando (coisa que faço as vezes, mas não muito pra não queimar nada). Qual o time dos jogadores de futebol?
Quase toda a população mundial tem um time, não importa qual seja. Uma coisa que percebi é que os jogadores desses tais times não parecem se importar muito em que clube eles estão, desde que ganhem mais dinheiro do que ganhariam nos outros.

Há algum tempo atrás Obina, um dos maiores astros do Flamengo no momento, foi para o Palmeiras (agora descobri que ele foi emprestado, mas estou falando no geral). Onde está o amor pelo time? Um jogador pode largar seu time tão facilmente apenas por dinheiro? (talvez bastante dinheiro, mas isso não está no caso)

Acho que o amor por futebol é compreensível, mas a torcida está virando viciada enquanto quem realmente deveria se importar com o grupo não parece dar a mínima!

Eu gosto do meu time e gostaria de ver um jogo ao vivo, mas não me permitem isso porque os estádios são perigosos e violentos. Tem muita gente que chinga, machuca um até mata por causa de uma paixão tão... platônica.Minhas desculpas aos futeboleiros de plantão mas, pensem comigo, isso não está virando um vício que chega a ser irracional?

Peço que reflitam. Qualquer comentário, elogio ou crítica, mandem, por favor.

Beijos, Natsume

sábado, 18 de julho de 2009

Paranóia.

Será que todos nós somos paranóicos? Eu acho que todo mundo é, mas em quantidades diferentes. Talvez seja normal, alias, sempre que um conhecido seu, que ficou de te encontrar na frente do buteco, as 7 da noite, e já são 11 horas, já passaram 4 horas des de hora marcada, e ele não atende o celular, liga para casa, a namorada dele diz que já saiu de casa, os outros companheiros não viram ele hoje.
O que você pensaria? "Meu Deus do céu, o coitado foi: assaltado / raptado / assassinado / atropelado / preso por engano / caiu dentro de uma vala / abduzido por alienígenas vindos de Saturno / esmagado por destroços de um prédio que foi recém explodido por causa de um vazamento de gás dentro de uma cozinha de uma velinha que tinha Alzheimer."
Fato: Ele simplesmente esqueceu ou tinha outros compromissos e não pode te avisar.
Está na nossa natureza em pensar a pior coisa possível, têm os que aceitam, e continuam acreditando que aconteceu algo ruim, e os outros que preferem acreditar que está tudo bem, logo os que aceitam, são apenas um pouquinho mais paranóicos que os que preferem acreditar que está tudo bem.
E ser paranóico pode ajudar, em casos como o do filme "Paranóia".

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Sorria, você está sendo chamado!

Gente, fico impressionada com o receio e a antipatia das pessoas na rua! Confesso que sou uma grande medrosa e que fico andando por aí com um guarda-chuva na mão caso alguém tente me assaltar eu poder me defender, mas tem coisas tão estranhas nesse mundo!

Sempre fui uma garota serena, animada e simpática, não consigo passar pelas ruas sem tentar passar minha alegria para os outros, mas isso não quer dizer que as pessoas me respondam. Ontem mesmo eu estava andando de ônibus e, sempre quando alguém sentava do meu lado, eu sorria. Conseguem acreditar que NINGUÉM sorriu de volta?

Sempre ando pelas ruas sorrindo para babás carregando carrinhos de bebê para darem uma volta, garotas de colégio que me pareçam simpáticas e etc., realmente me incomoda não receber nem um leve sorriso de volta.

Acho que as pessoas deveriam ser mais relaxadas e educadas nas ruas. Quantas vezes vi meus pais, enquanto dirigiam, deixar um carro em apuros passar na frente deles e ele faz isso sem nem mesmo um aceno com a cabeça! Tenho vontade de não deixar mais ninguém passar!

Agora fica pra vocês refletirem: custa sorrir para alguem que está passando pela rua, agradecer por um pequeno favor feito? Creio que o mundo ficaria mais leve com pequenos gestos e com mais simpatia.

É meu primeiro texto, espero que gostem o/